PARA QUEM VIVE A CONDENAR A "COPA DO MUNDO NO BRASIL" POR TODAS AS DESGRAÇAS DO BRASIL

VEJA A TREMENDA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS DO GOVERNO, E QUASE NADA É FEITO EM PROL DO PAÍS! VALE LEMBRAR QUE SÓ EM 2013, FORAM ARRECADADOS, QUASE 1 (UM) TRILHÃO E 700 (SETECENTOS) BILHÕES DE REAIS. AGORA VIVEM A PERSEGUIR A FIFA E A COPA DO MUNDO. QUANDO DEVERIAM PERGUNTAR AO GOVERNO FEDERAL ONDE ESTÁ ESTE MONTANTE, E O QUE ESTÁ SENDO FEITO DELE. Get Adobe Flash player

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Carlos de Albuquerque
Ouça-me cantar a canção "O Que Me Completa"! Composição: Ana Cristina Intérprete: Carlos de Albuquerque Piano: Bruno Aranha Gravado no estúdio de Ataualba Meirelles Técnico de Gravação: Gilvan Alves Salvador-Bahia-Brasil / Março de 2007

TRADUZA PARA 100 IDIOMAS / NOTA: COMPATÍVEL COM NAVEGADOR GOOGLE CHROME, SAFARI E OUTROS

20 ANOS DE AUTO-EXÍLIO. FALTA POUCO...

Falta pouco pra eu completar 20 anos de Auto-Exílio, em DIAS/HORAS/MINUTOS E SEGUNDOS. Cumprindo assim, minha dolorosa promessa, de, só voltar a pisar na minha terra, local de nascimento, no caso, Ceilândia-Norte / Brasília - Distrito Federal, em duas condições: ou rico e bem sucedido, ou pelo menos, bem encaminhado, e/ou quando completasse 20 anos de ausência. Assim, pretendo enfrentar a dolorosa missão de ir à minha terrinha no ano que vem... Enfrentar minhas dores das perdas e sorrir um pouco, talvez. Não conseguiria prosseguir, abandonando de vez o meu passado. Se alguém sente saudades de mim, ou queira talvez, me matar e me aniquilar por algum erro, essa será a chance de ouro. Embora, a função desse objetivo duro, também envolve a minha obrigação de reparação de erros que, infelizmente fugiu ao meu controle. Quem conhece minha vida de perto, pode imaginar do que estou falando. Tenho um dívida impagável por questões éticas, mas pode ser consertada por condições matemáticas. Isso eu farei à aquela família... Enfim... Estarei lá, pra enfrentar o bem e o mal. Abraços e até lá.

A PROVA DE QUE A MAIORIA DOS VERMELHOS SÃO MASSA DE MANOBRA

ATENÇÃO! Atualizações Semanais deste Blog

MAIS UMA NOVIDADE PARA VOCÊ!
ATENÇÃO! NÃO TENHO CUMPRIDO O ROTEIRO DE POSTAR ÀS SEGUNDAS, PORQUE TENHO TIDO POUCO ACESSO À INTERNET, MAS EM BREVE, VOLTAREI A ESTA ROTINA.

AGRADEÇO À COMPREENSÃO!

Olá! A partir de 20/04/2015, farei um post novo e publicarei toda Segunda-Feira. Sempre com um tema diferente. Será postado entre Meia Noite e 1 (uma) da madrugada das Segundas, pontualmente. Ou posso postar a qualquer momento também. Mas esse dia da semana será obrigatório pra mim. Posts fora desse dia específico serão facultativos. Abraços! Espero que gostem... Ou não, da novidade. De qualquer jeito será assim. (risos)Obrigado pela visita! SEJA BEM VINDO (A)!

O Jeffersonn pegou o sentido da contribuição financeira que a Evanette me confiou hoje!

DEPOIMENTOS VIA FACEBOOK

Jeffersonn Oliveira

Acredito que, se esta ajudando este rapaz , o ''trocadilho'' adulto esperança foi bem empregado, e eu entendi perfeitamente que você esta ajudando alguém a colocar uma ideia em prática ....
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Evanette Oliveira
Perfeitamente Jeffersonn Oliveira você me conhece e sabe como sou...
Curtir (desfazer) · 1 · há 11 minutos

Isso vale pra outras pessoas que me ajudam! Obrigado!
Carlos de Albuquerque
Rio de Janeiro/Curitiba-PR, 28 de Outubro de 2013

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Olá pessoal! Finalmente, meu livro, agora profissionalizado, está disponível pra venda e esta é a melhor maneira que você tem pra me ajudar na minha dura trajetória. Se puder, tiver tempo e quiser, pode ajudar a divulgar este livro, que nada mais é, que o retrato da vida real. A vida tem reveses e qualquer um, pode correr o risco de ir parar nas ruas. Rico, pobre, tímidos, extrovertidos, estudiosos, preguiçosos, drogados ou não, apostadores de loterias, jogadores de jogos de azar... Donas de casas, empresários (as)... Qualquer um está sujeito. Ninguém está imune. Artistas, professores de idiomas, bancários, funcionários públicos, vítimas de desastres naturais, como enchentes, deslizamentos de terra... Incêndios, vítimas da bitolação nos estudos, vítimas da igrejas, principalmente, do seguimento evangélico... Enfim. Este livro mostra que qualquer um pode vir a parar nas ruas, e que nem o governo, e muito menos a sociedade, quer saber do seu passado. Pra eles o que importa é o presente. E no momento, o Morador de Rua é o "lixo" da sociedade. Assim agem de acordo. Abraços e obrigado! PARA COMPRAR CLIQUE AQUI

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Cuidado com seu domínio. Empresas estão de olho, e querem ganhar dinheiro as custas da sua história.

Se você tem um domínio próprio, tome cuidado, e não esqueça de renovar anualmente, pois empresas americanas estão monitorando a valorização de marcas e mesmo sem ter nenhuma história vinculada a elas, as registram em seus nomes, quando percebem que a pessoa esqueceu de renovar. Assim, querem faturar alto às custas da sua história. Esta empresa de domínios, americana, é uma delas. É a terceira já. Registrou meu domínio www.carlosdealbuquerque.com e quer me tirar quase 3 (três) mil reais, por enquanto, para eu ter de volta o que é meu por direito histórico. São iguais abutres / urubus, que ficam só esperando os outros trabalharem para conseguirem sua sobrevivência. São incapazes de caminhar com suas próprias pernas.

Perdeu o Globo Repórter em que fui personagem? Assista minha participação no programa, agora...

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Meus primeiros textos - PARTE 1



ATENÇÃO: ESTOU DISPONIBILIZANDO ESTE CONTEÚDO NA ÍNTEGRA COMO ERA NO MEU PRIMEIRO SITE, COM A MESMA CONFIGURAÇÃO.

Tradução de texto: Claudia Dantas

Índice
1) Meus contos tiveram colaboradores num intensivão de 10 dias para produzí-los... /// My tales had collaborators in a big intensive of 10 days to product them...
2) Espetáculo de horror em praça pública... /// Horror spectacle at public square...
3) Legítima Defesa /// Legitimate Defense
4) A Viagem Convicta... /// The Convict Trip... ATENÇÃO: O TEXTO CORRESPONDENTE ESTE TÍTULO, ESTÁ, POR QUESTÃO DE ESPAÇO NA PÁGINA CC 4, LOGO DEPOIS DESTA. VEJA NO MENU!
5) O Perigo das Emoções /// The Danger of Emotions
1) Meus contos tiveram colaboradores num intensivão de 10 dias para produzí-los... /// My tales had collaborators in a big intensive of 10 days to product them...

* Os textos seguem abaixo, mas antes leia este aviso...

Me plageie, mas não estoure nacionalmente...

O crítico não morreu!!!

     Fique à vontade se quiser copiar minhas criações, ganhar dinheiro com elas... Faça o que bem entender. Mas se eu ficar sabendo, o que acontecerá se estourar a nível nacional, que está faturando em cima das minhas palavras sem minha devida autorização, adianto-lhe que não precisarei da justiça, a minha própria inspiração tomará conta de você. E aí... Meu poder investigativo entrará em ação, e a sua reputação vai simplesmente desaparecer. Custará muito caro me copiar! Temos muitos plagiadores na Internet que se aproveitam de obras alheias. Tome cuidado ao se apropriar das minhas. Se tiver alguma dúvida, é só dar uma olhada nos meus textos criticos que estão publicados aqui mesmo.

Obs.: Esse recado é pra quem pretende lucrar em cima do meu Trabalho sem que eu saiba, mas pode copiá-los e usá-los domesticamente, e dar a quem quiser.
                                       Plagiarize me, but dont stay high around nation...
                                                       The critic didnt die!!!
Be at home if you want to copy my creations, earn money by them... Do  whatever you want. But if Ive known that it got around nation and earning money by my words without my authorization. I must say its not nessessary the justice, just my own inspiration that goes through you. Then... My power of investigation will be in action and your reputation will simply disappear. You will pay so so much if you copy me! We have many plagiarizers at internet who get others works. Be careful if you use mine. If you have any doubt, just take a look at my critic texts that are published here.
P.S.: this message is for a person who wants to earn money by my work without my permission, but you can copy them and use them domestically, and send to anybody you want.

        Carlos de Albuquerque
Tradução: Claudia Dantas cacaudantas@yahoo.com.br
 

1) Meus contos tiveram colaboradores num intensivão de 10 dias para produzí-los... /// My tales had collaborators in a big intensive of 10 days to product them...

Olá,

Eu queria deixar publicado neste maravilhoso site, o apoio financeiro, e a ajuda, para produzir em apenas 10 dias os contos relacionados abaixo, das seguintes pessoas:

*Jeudy Aragão (Administração do Teatro Vila Velha, em Salvador) por apoiar-me financeiramente, e se empenhar em me ajudar na revisão e... Dos textos...
*Lara Oliveira (Sua esposa, que foi quem me estimulou a participar do concurso de contos do Banco Capital, no qual, no final, não me inscrevi, por achar que não teria tempo de revisar melhor os textos)
*Márcio Lima - Fotógrafo (Pela colaboração financeira)
*Pablo Reis - Jornalista do Correio da Bahia (Pela colaboração financeira)
*Sandra Wagner e Luis Papa - Sanshy - Serviços de Informática (71) 3321-4294 (Pela colaboração financeira)
*Alessandro Macedo - Fotógrafo do Correio da Bahia (Pela colaboração financeira)

Contos produzidos:

- A Viagem Convicta...
- Legítima Defesa
- O Perigo das Emoções
- A Mente Pesada...
- A BANALIZAÇÃO DO APLAUSO Nº 2

Todos estão publicado aqui mesmo no Recanto das Letras, na minha página...

Obrigado por sua atenção!

 
Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 22/11/2006
Código do texto: T298073


2) Espetáculo de horror em praça pública... /// Horror spectacle at public square...

ATENÇÃO: Primeiro de tudo, não sou contista, e nem sei se isto é mesmo um conto. / ESTE CONTO, QUE NEM MESMO EU SEI SE O É, NÃO É ACONSELHÁVEL A PESSOAS SENSÍVEIS. E PRINCIPALMENTE, CONTRA-INDICADO, QUE SE LEIA-O ANTES DE QUALQUER REFEIÇÃO. VOCÊ PODE, NÃO MAIS, QUERER SE ALIMENTAR.

Carlos de Albuquerque

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DEPOIMENTO

Onde está o suspense, seu doido? Conto fraco pra dedéu. Vc precisa melhorar bastante, compadre. E o Renato Russo era um gay sem-vergonha, porém cantor de muito talento.

Enviado por JUSTICEIRO (não autenticado* | IP: 201.2.242.215) em 27/11/2006 20:28 para o texto"A Viagem Convicta..."

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   Tenho acompanhado, vagamente, a trajetória de um homem, em via pública. Alcoólatra, confirmado por muitas pessoas que o conhecem a muitos anos.
   Há uns meses atrás, ele dormia na porta de uma loja na Av. Sete de Setembro nesta capital. Aparentemente, apesar de sua fragilidade, o via sempre como uma pessoa jogada fora das malhas do sistema, mas... Vivendo.
   Agora, passado alguns meses, depois de um mês, ou talvez dois, sem vê-lo, foi o tempo suficiente para começar um espetáculo macabro. Surgiu em sua perna algumas feridas, que foram aos poucos, se transformando em enormes valas de podridão, fedetina, inflamação, e inclusive, como indicação de apodrecimento progressivo, apareceram os, chamados por aqui, de morotós, ou seja, aqueles bichos que aparecem assim que sentem o cheiro de algo em estado de decomposição. E são muitos, muitos... Tantos que estão caindo pelo ladrão, (pelo ladrão: têrmo pejorativo usado para definir aquele cano na parte superior de um caixa dágua, que serve para escoar o excesso de água, quando já foi atingida a sua capacidade de líquido).
   Você passava, e via aquele homem, que já nem conseguia andar normalmente, com aparência abatida, olhos perdidos no infinito, negros de tristeza, e... Alguns populares horrorizados e comovidos com a situação do homem, que gritava de dor, com os bichos comendo-lhe a carne putreficada, com tanta voracidade, se emocionaram. O osso da perna, neste momento, já começa a ficar exposto. Sendo assim, resolvem ligar para o socorro 24 horas, a SAMU - Ambulância de Emergência, várias vezes, diga-se de passagem. Quando chegavam, diziam que não podiam levá-lo, porque a situação dele era muito grave, e provavelmente nenhum hospital iria querer recebê-lo. E a ambulância, não podia ficar rodando com esse "dejeto" humano, pois a função deles, é levar, prestar o socorro, e depois, ir embora, pra atender outras ocorrências. Então, eles iam sempre  embora, e largavam-no gritando, xingando, vendo sua perna sendo devorada pelos morotós, que eram tantos, que, já estavam até, caindo por falta de espaço... Eu mesmo, neste momento, senti nálseas... Dizem que ele não aceitava ser socorrido, dizendo aos gritos:
- Nãããõooo!!! Eu não vou não, vocês querem é me roubar, querem é me matar...
- Desgraçaaa!!!
Alguém diz...
- Vá João, é pro seu bem, pra tratar isso aí, que é pra você ficar bom!
- Nãoooooo, eles querem é me roubar...
- Desgraça! Desgraça!!!
   Eu realmente não entendo como que alguém que está tão fragilizado, pode ter querer, perante a profissionais de socorro. Ele não que ir, apliquem-no um tranquilizante, ou um calmante de alta carga, que eu quero ver até que ponto vai o seu querer...
   Assim, continuou, por um bom tempo, o espetáculo de horror, que provavelmente, levou este homem para o Nina Rodrigues (Instituto Médico Legal, ainda mais nessa temporada de chuva.
   Segundo informações de populares, que o conheciam, ele tentou matar a mãe com uma pedrada na cabeça... Se isso foi verdade, tudo bem! Mas isso não justifica. Definhar em praça pública é a sua sentença? E a justiça legal, e o código penal, onde ficam nessa
história? Ele já foi julgado por tentativa de homicídio, e é essa a sua condenação? Então eu sugiro, que um parlamentar qualquer, elabore um projeto de lei para ser votado no Congresso Nacional, para que, houvesse uma modificação na lei, dentro do Código Penal
Brasileiro, para que sua morte lenta, dolorosa e pública se transformasse em ato legal. Aí sim! Estaríamos assistindo o horror designado por punição, com o conhecimento legal do Estado. No caso deste homem, se cometeu mesmo, foi crime de OMISSÃO DE SOCORRO, e prevaricação, que é funcionário público se omitindo nas suas funções.
   Bom, alguns dias depois, segundo testemunhas, ele foi finalmente levado pela SAMU. Mas ninguém sabe pra onde foi, o que aconteceu, se foi tratado... Se morreu... Ninguém sabe. O mais interessante é que, o socorro que, antes, com o esforço da população, a SAMU SE RECUSAVA A PRESTAR, só aconteceu, porque o programa "Se liga Bocão" da TV ARATU (afiliada ao SBT), fez a cobertura, com a manchete "Homem é devorado em praça pública no Centro de Salvador". Quer dizer, o que antes era impossível, rapidinho, com a presença da imprensa, foi possível, e se resolveu.

              Esse e nosso país amigo... É nosso país!

      Carlos de Albuquerque


Publicado no Recanto das Letras em 21/11/2006



3) Legítima Defesa /// Legitimate Defense

ATENÇÃO: Esse foi um caso real, e parte do desfecho é verídico. Entretanto, muitos das argumentações, foram criadas pelo autor, de acordo com o que ele mesmo presenciou, e os relatos de testemunhas do processo.

*ESTE CONTO, QUE NEM MESMO EU, SEI SE O É, TEM CONTEÚDO EXTREMAMENTE FORTE E DRAMÁTICO, NÃO SENDO ACONSELHÁVEL, A SUA LEITURA, POR PESSOAS SENSÍVEIS.

**Não sou contista, e nem sei se isto é mesmo um conto.

Carlos de Albuquerque

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DEPOIMENTO

Onde está o suspense, seu doido? Conto fraco pra dedéu. Vc precisa melhorar bastante, compadre. E o Renato Russo era um gay sem-vergonha, porém cantor de muito talento.

Enviado por JUSTICEIRO (não autenticado* | IP: 201.2.242.215) em 27/11/2006 20:28 para o texto"A Viagem Convicta..."
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Em meados de 1987, uma tarde calma, tranquila  sem muitas novidades... Guardava cenas que ficariam gravadas no imaginário de um povo acostumado com os altíssimos índices de violência nas grandes cidades.
Paulo, um rapaz de 20 anos, cabelos curtos encaracolados, olhar agressivo, um pouco forte, era envolvido com drogas, e praticava também alguns delitos, juntamente com alguns parceiros também usuários. Não era muito simpático com o seu padastro  o seu Raimundo, um senhor forte, boa estatura, honesto, trabalhador...  Que segundo ele, Paulo, atrapalhava os seus "negócios", pois não permitia que fossem guardados em casa produtos de roubo. Com isso, seu Raimundo não imaginava os problemas que viriam com essa oposição ao seu enteado... Era uma rua em frente a uma movimentada avenida, que os moradores já estavam acostumados com muitos desastres de automóveis, ou melhor, viviam o perigo da morte o tempo inteiro. Quando começou uma discussão. Paulo se dirigindo ao seu padastro, disse:
- Raimundo, quem você pensa que é?
- Sou seu padrasto, e tenho a mesma autoridade de discordar das coisas que você anda aprontando, que seu  pai biológico, pois eu não posso permitir que você continue a trazer estas pessoas aqui em casa, e muito menos guardar os seus roubos e a sua maconha. Se você não gosta de si e da sua família, eu gosto, e farei de tudo para defender a sua mãe das suas violências; e esta casa que você quer transformar em  depósito de roubo. Sempre vivi a minha vida trabalhando, procurando educar vocês, pra infelizmente, agora, ver você praticar as suas atrocidades... Não quero saber disso aqui não, certo?
- É o que veremos, corôa, é o que veremos!!!
- Está me ameaçando? Você quer me trazer problemas mesmo?
Nesse meio tempo, irritado, seu Raimundo, parte pra cima de Paulo, e lhe dá um tapa nos peitos, e diz...
- Mais respeito moleque, que eu não sou da sua laia não, e estou disposto a ir até o fim na minha decisão... Não quero saber de seus amiguinhos aqui em casa, muito menos destes inúteis drogados que você costuma andar.
Paulo, virou as costas e, com um tom ameaçador, disse:
- Isso não vai ficar assim não, cumpadi, não vai ficar assim não... E foi embora.
Mais tarde, Paulo voltou com um comparsa, e ameaçou Seu Raimundo, dizendo que ele ia pagar caro por isso... Sua mãe D. Elisa, uma mulher casta, calma, mas tremendamente depressiva com a situação, pois não podia mandar o filho embora. Afinal, era seu sangue... Mas, também gostava demais de seu Raimundo, que era uma pessoa direita e que, sempre a ajudou intensamente, desde que decidiram morar juntos. Ela sofria... A todo momento, podia se perceber em seu rosto sofrido, o prenúncio do desastre que, ela sabia intuitivamente, que estava pra acontecer... Se dirigindo a seu Raimundo, ela dizia, sempre chorando...
- Ah! Raimundo... Como dói saber que este conflito em nossa vida, infelizmente, só vai terminar com morte, ou com alguém  muito ferido.
- Não se preocupe minha querida, tudo vai se resolver, nem que eu tenha que ir na polícia pra dar uma queixa. Aliás, farei isto agora mesmo.
- Elisa, minha querida, fique aqui em casa que vou à Delegacia, prestar uma queixa por ameaça. Se Paulo, chegar, e querer procurar problema com você... Dê uma desculpa, e saia, e deixe o resto comigo.
- (Chorando...) Tá bom, meu querido... Mas tome cuidado, que ele pode estar aí pelas esquinas.
- Tomarei cuidado, fique tranqüila, tomarei cuidado...
Assim seu Raimundo saiu direto pra Delegacia, com o intuito de registrar uma queixa contra Paulo. Chegando à DP, explicou ao delegado a situação, que lhe disse: tome cuidado... Não morra... Se for preciso... Se defenda, porque se você morrer... Nada poderá ser feito, pois quem fica preso, de fato, é quem morre. Portanto, se defenda! Fuja do flagrante, e deixe o resto com a gente. Sinto muito ter que lhe dar um conselho desses, mas também sou pai, e sinto profundamente, o que você sente. Eu também tenho um filho rebelde, e, acredite... Também não sei o que fazer. Vá, tome cuidado, e veremos se achamos Paulo, pra lhe darmos uns conselhos, a nossa maneira. No meio do caminho de volta, Seu Raimundo, preferiu pensar um pouco diferente, pois não podia apenas confiar na polícia, que... Poderia chegar tarde demais, e pensou...
- Sabe de uma, eu vou é passar na feirinha e comprar logo uma peixeira 12 polegadas, porque se ele vier pra cima de mim, eu empurro até o cabo nele sem dó. Já não aguento mais, e vou me armar.
Chegando à feirinha...
- Seu Zé, eu quero uma faca da boa, de 12, o senhor tem aí?
- Oi Raimundo!!! Claro que tenho... Vai pra alguma pescaria, esse fim de semana? Porque uma lapa de faca desta, né meu amigo...
- Não seu Zé, é pra eu tratar uns peixões que ganhei da firma esta semana.
- Tá bom.
- Quanto é, seu Zé, o preço da bichona...
- Ah! É só R$10,00...
- O senhor tira de 50?
- Tiro sim.
- Um abraço Seu Zé, até amanhã, se De... (Seu Raimundo respira fundo) Se Deus quiser...
Ao chegar em casa, Paulo já estava lá esperando por ele. Quando o viu, seu Raimundo entrou, não lhe disse nada, e foi direto pro quarto. Paulo mais uma vez o ameaçou, e lhe xingou muito, mas seu padrasto não deu a mínima. Irritado com a indiferença do homem, saiu furioso. Nisso, Seu Raimundo, no quarto amolava a danada da 12 polegadas, e decidiu que estava disposto a matar ou a morrer. Por volta de 9 da noite, a casa já se preparando pra ir dormir, quando chega Paulo, mais dois comparsas, e ameaçam invadir, se Seu Raimundo não abrisse a porta. Nisso, os três começaram a chutar a porta, mas como viram que ele não iria abrir, resolveram ir embora e voltar pela manhã, bem cedo, pra resolver o caso de uma vez por todas. Na manhã seguinte, por volta das 6:30hs, chegaram, ele, Paulo, mais dois comparsas; um de prenome Roberto e o outro Henrique, todos com muita sede de vingança. Começaram a bater na porta ameaçando levá-la abaixo se não fosse aberta. Henrique armado com um pedaço de pau, era o mais afoito.
- Sai logo seu velho safado, que a gente vai ajustar as nossas contas, sai logo seu filho da puta!!!!
Seu Raimundo gritou lá de dentro...
- Não vou sair não, se vocês quiserem, derrubem a porta e entrem, porque eu não vou sair, seus covardes!
- Saia meu padastro que nós vamos te matar...
- Sai logo pra acabarmos logo com isso...
Como perceberam que ele não ia sair, resolveram entrar a força, nem que fosse arrombando a porta.
Henrique, o mais afoito, disse:
- Você não vai sair não, né? Então Paulo, vamos arrombar a porta.
Quando Paulo deu a decisão final para entrar, Henrique pegou o pedaço de pau, e com toda força, meteu o pé na porta, e quando, depois de inúmeros pontapés, a porta não resistiu, Henrique, partiu pra cima de Seu Raimundo, e deu-lhe uma paulada na cabeça, que pegou por cima da orelha, deixando-o meio tonto... Seu Raimundo, percebendo que iria morrer, já de peixeira em punho, deu uma facada no estômago de Henrique, com tanta raiva, ou talvez medo... Que entrou até a mão. A ponta da faca, atravessou o corpo por dentro com tanta violência que chegou a furar o ombro de Henrique. Assim, quando Paulo e o segundo comparça Roberto, perceberam que iriam receber também alguns golpes, saíram correndo. Henrique, agonizando, ainda tentou pular o muro, mas caiu mortalmente, com a sua mão esquerda toda enfiada no enorme buraco causado pela 12 polegadas. Seu Raimundo, não satisfeito, ainda tentou alcançar os outros dois, mas escorregou por cima de Henrique já agonizando, ensanguentado, dando tempo dos dois correrem. Henrique morreu no local, enquanto o principal responsável por tudo saiu ileso. Seu Raimundo, fugiu do flagrante, se apresentou com advogado, alegando legítima defesa e está livre; Paulo desapareceu, e provavelmente pode estar bem vivo; Roberto, nunca mais foi visto. No fim de tudo, morreu quem menos merecia. Foi tomar a dor dos outros...


      Carlos de Albuquerque


Publicado no Recanto das Letras em 18/11/2006
Código do texto: T294634



4) A Viagem Convicta... /// The Convict Trip...ATENÇÃO: O TEXTO CORRESPONDENTE ESTE TÍTULO, ESTÁ, POR QUESTÃO DE ESPAÇO NA PÁGINA CC 4, LOGO DEPOIS DESTA. VEJA NO MENU!


5) O Perigo das Emoções /// The Danger of Emotions

**Não sou contista, e nem sei se isto é mesmo um conto.

Carlos de Albuquerque
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DEPOIMENTO

Onde está o suspense, seu doido? Conto fraco pra dedéu. Vc precisa melhorar bastante, compadre. E o Renato Russo era um gay sem-vergonha, porém cantor de muito talento.

Enviado por JUSTICEIRO (não autenticado* | IP: 201.2.242.215) em 27/11/2006 20:28 para o texto"A Viagem Convicta..."
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ATENÇÃO: Este conto é parte adaptada do texto "DeSaRmameNtO. ESSENCIAL..." já publicado neste veículo


   Era uma tarde bem ensolarada de Domingo em Salvador, na Praça Mirante dos Aflitos, local em que, se pode testemunhar uma das mais belas, estonteantes e surpreendentes vistas deste país de tantas maravilhas naturais.
   Já passava do meio-dia, quando percebi que era hora de pegar um "rango" lá em Saback, na Ladeira de Santana. No meio do caminho, tive a idéia de alugar um crédito de cartão telefônico, para fazer uma ligação pra uma amiga minha. Cheguei numa banquinha de balas e doces, que fica em frente a Caixa Econômica, das Mercês, e me dirigi logo ao vendedor, perguntando-lhe:
- Tem cartão pra alugar?
- Tenho. Respondeu ele...
- Me arranje... Por favor!
- Tem quantas ligações?
- Têm 11... Confira aí...
- Este orelhão está funcionando?
- Não. Só aquele lá, do outro lado da pista...
- Tá bom.
   Quando terminei de usar a unidade, e estava pagando ao vendedor a ligação que gastei; de repente! Senti uma violenta cotovelada no meu braço, quase que, com o mesmo impacto de um atropelamento - leve! É claro. A minha primeira reação, foi a que normalmente uma pessoa desarmada evitaria. Fui atrás do homem, gritando com ele, executando orgulhosamente, talvez até, equivocadamente a minha famosa conduta machista de tomar satisfação. Falei... gritei... Mas como ele parecia imune à minha provocação - pois simplesmente continuou andando - fui me irritando com a indiferença do meu suposto agressor. Não percebendo nenhum efeito no meu falatório, resolvi usar uma tática diferente. Juntei toda a força da minha ira e da minha voz, e gritei:
-- HEIN!?! SUA DESGRAÇA!!!
O sujeito parou; (...)virou-se para trás; (...)retirou os seus óculos escuros; (...)me olhou ferozmente e muito sério; (...)fitou-me por um momento e dando meia volta novamente, seguiu seu arrogante caminho. Me senti ofendido. Assim, não satisfeito - depois de voltar à banquinha pra pagar os R$ 0,30 do crédito usado, ao vendedor - saí dali para tirar as diferenças com o tal sujeito. Seguindo pela AV. Sete de Setembro, andei rápido, e consegui vê-lo novamente - botando um morador de rua pra correr, a chutes e ponta pés. Assim, em vez de ignorá-lo, resolvi mais uma vez afrontar o fulano, que se virou contra mim, muuuuito irritado! Pronto pra me bater!!! Mas resolvi enfrentá-lo. Recorri a uma faca de serra com ponta bem afiada que eu tinha em minha mochila de livros (mochila de livros, porque carrego duas) na intenção de intimidá-lo, mas não funcionou muito, pois ele me disse:
- Você tem uma faca?
- Mas eu vou te matar!!!
- É. Você puxa faca?
- Eu posso te matar!!!
E nesse meio tempo, ele ordenou que eu fosse embora.
- Vai embora!
- Some da minha frente!
- Antes que eu perca a paciência...
Assim, eu, arrependido, obedeci "a turma do deixa disso", e fui embora. Segui o meu caminho pro almoço, tremendamente abalado e aterrorizado.
Aí eu pensei... "Nossa!!! Como um sujeito armado, até com uma "agulha", torna-se tão arrogante e tão centrado em si mesmo, no seu orgulho, que, em geral, numa situação como essa, toma atitudes impensadas que, na maioria das vezes leva ambos os lados, ou melhor, costuma levar mais cidadãos, pais de família, ou até, pessoas jovens com um futuro promissor a um desastre".
Quando saí dali, naquele momento, bateu-me um tremendo arrependimento, pois uma das leis da rua, é nunca arranjar confusão, principalmente, por ameaça não consumada (puxei uma faca sem usá-la de fato), que foi o meu caso. Porque, como dormimos vulneráveis, ou melhor, desprotegidos, expostos, pode-se de repente, dormir, e no dia seguinte amanhecermos com a cabeça esmagada por um tremendo pedregulho (paralelepípedo ou pedra bem grande e pesada) - uma das muitas maneiras de se matar uma pessoa de rua; pois se, legalmente no Brasil, não tem pena de morte, na rua, ela costuma ser uma das principais e mais praticadas leis... Aliás, há muita coisa na rua que funciona melhor que dentro dos parâmetros de sociedade organizada.
- Cara, o que deu em você?!? Pensei eu.
- Ficou louco!!!
- Imaginou, se o sujeito está armado, e te dá um ou vários tiros???
- Perdeu a vontade de viver?
- É mesmo...
- Você tem razão...
- Eu fui tão burro quanto ele...
- É.
- Fora que você correu um enorme risco de vida.
- Ai!!! Ai!!!
- Por que me bateu?
- Porque mereceu...
- Porque é idiota...
- Pense, rapaz, antes de tomar certas atitudes... Pense...
Sabendo eu, os sonhos que tenho pra realizar, e os sacrifícios que fiz até agora, me senti, naquele momento, extremamente frustrado, com medo, arrependido e até com um pouco de vergonha, pois eu poderia ter ignorado-o.

 

      Carlos de Albuquerque


Publicado no Recanto das Letras em 17/11/2006
Código do texto: T293797




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