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Carlos de Albuquerque
Ouça-me cantar a canção "O Que Me Completa"! Composição: Ana Cristina Intérprete: Carlos de Albuquerque Piano: Bruno Aranha Gravado no estúdio de Ataualba Meirelles Técnico de Gravação: Gilvan Alves Salvador-Bahia-Brasil / Março de 2007

TRADUZA PARA 100 IDIOMAS / NOTA: COMPATÍVEL COM NAVEGADOR GOOGLE CHROME, SAFARI E OUTROS

20 ANOS DE AUTO-EXÍLIO. FALTA POUCO...

Falta pouco pra eu completar 20 anos de Auto-Exílio, em DIAS/HORAS/MINUTOS E SEGUNDOS. Cumprindo assim, minha dolorosa promessa, de, só voltar a pisar na minha terra, local de nascimento, no caso, Ceilândia-Norte / Brasília - Distrito Federal, em duas condições: ou rico e bem sucedido, ou pelo menos, bem encaminhado, e/ou quando completasse 20 anos de ausência. Assim, pretendo enfrentar a dolorosa missão de ir à minha terrinha no ano que vem... Enfrentar minhas dores das perdas e sorrir um pouco, talvez. Não conseguiria prosseguir, abandonando de vez o meu passado. Se alguém sente saudades de mim, ou queira talvez, me matar e me aniquilar por algum erro, essa será a chance de ouro. Embora, a função desse objetivo duro, também envolve a minha obrigação de reparação de erros que, infelizmente fugiu ao meu controle. Quem conhece minha vida de perto, pode imaginar do que estou falando. Tenho um dívida impagável por questões éticas, mas pode ser consertada por condições matemáticas. Isso eu farei à aquela família... Enfim... Estarei lá, pra enfrentar o bem e o mal. Abraços e até lá.

A PROVA DE QUE A MAIORIA DOS VERMELHOS SÃO MASSA DE MANOBRA

ATENÇÃO! Atualizações Semanais deste Blog

MAIS UMA NOVIDADE PARA VOCÊ!
ATENÇÃO! NÃO TENHO CUMPRIDO O ROTEIRO DE POSTAR ÀS SEGUNDAS, PORQUE TENHO TIDO POUCO ACESSO À INTERNET, MAS EM BREVE, VOLTAREI A ESTA ROTINA.

AGRADEÇO À COMPREENSÃO!

Olá! A partir de 20/04/2015, farei um post novo e publicarei toda Segunda-Feira. Sempre com um tema diferente. Será postado entre Meia Noite e 1 (uma) da madrugada das Segundas, pontualmente. Ou posso postar a qualquer momento também. Mas esse dia da semana será obrigatório pra mim. Posts fora desse dia específico serão facultativos. Abraços! Espero que gostem... Ou não, da novidade. De qualquer jeito será assim. (risos)Obrigado pela visita! SEJA BEM VINDO (A)!

O Jeffersonn pegou o sentido da contribuição financeira que a Evanette me confiou hoje!

DEPOIMENTOS VIA FACEBOOK

Jeffersonn Oliveira

Acredito que, se esta ajudando este rapaz , o ''trocadilho'' adulto esperança foi bem empregado, e eu entendi perfeitamente que você esta ajudando alguém a colocar uma ideia em prática ....
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Evanette Oliveira
Perfeitamente Jeffersonn Oliveira você me conhece e sabe como sou...
Curtir (desfazer) · 1 · há 11 minutos

Isso vale pra outras pessoas que me ajudam! Obrigado!
Carlos de Albuquerque
Rio de Janeiro/Curitiba-PR, 28 de Outubro de 2013

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Perdeu o Globo Repórter em que fui personagem? Assista minha participação no programa, agora...

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Meus primeiros textos - PARTE 3

ATENÇÃO: ESTOU DISPONIBILIZANDO ESTE CONTEÚDO NA ÍNTEGRA COMO ERA NO MEU PRIMEIRO SITE, COM A MESMA CONFIGURAÇÃO.


Tradução de texto: Claudia Dantas


Índice

6) A Mente Pesada... /// The Hard Mind...

7) A BANALIZAÇÃO DO APLAUSO Nº 2 The Vulgarize In the Applause N. 2

8) HISTÓRIA PARA CHEGAR À TRAMA VIRTUAL... /// History to get the TRAMA VIRTUAL... (Virtual Plot...)

9) A surpresa da paixão (Mais uma carta de autoria de Carlos de Albuquerque pra ajudar uma amiga a expressar seus sentimentos) /// The passion surprise (one more letter by Carlos de Albuquerque to help a friend to express her feelings)

10) A doce paixão de uma moça... /// The sweet passion of a girl...



6) A Mente Pesada... /// The Hard Mind...

* Os textos seguem abaixo, mas antes leia este aviso...

Me plageie, mas não estoure nacionalmente...

O crítico não morreu!!!

     Fique à vontade se quiser copiar minhas criações, ganhar dinheiro com elas... Faça o que bem entender. Mas se eu ficar sabendo, o que acontecerá se estourar a nível nacional, que está faturando em cima das minhas palavras sem minha devida autorização, adianto-lhe que não precisarei da justiça, a minha própria inspiração tomará conta de você. E aí... Meu poder investigativo entrará em ação, e a sua reputação vai simplesmente desaparecer. Custará muito caro me copiar! Temos muitos plagiadores na Internet que se aproveitam de obras alheias. Tome cuidado ao se apropriar das minhas. Se tiver alguma dúvida, é só dar uma olhada nos meus textos criticos que estão publicados aqui mesmo.

Obs.: Esse recado é pra quem pretende lucrar em cima do meu Trabalho sem que eu saiba, mas pode copiá-los e usá-los domesticamente, e dar a quem quiser.
 
                                       Plagiarize me, but dont stay high around nation...
 
                                                       The critic didnt die!!!
 
Be at home if you want to copy my creations, earn money by them... Do  whatever you want. But if Ive known that it got around nation and earning money by my words without my authorization. I must say its not nessessary the justice, just my own inspiration that goes through you. Then... My power of investigation will be in action and your reputation will simply disappear. You will pay so so much if you copy me! We have many plagiarizers at internet who get others works. Be careful if you use mine. If you have any doubt, just take a look at my critic texts that are published here.
 
P.S.: this message is for a person who wants to earn money by my work without my permission, but you can copy them and use them domestically, and send to anybody you want.
 
        Carlos de Albuquerque
 
Tradução: Claudia Dantas cacaudantas@yahoo.com.br
 

6) A Mente Pesada... /// The Hard Mind...
 
**Não sou contista, e nem sei se isto é mesmo um conto.

Carlos de Albuquerque
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DEPOIMENTO

Onde está o suspense, seu doido? Conto fraco pra dedéu. Vc precisa melhorar bastante, compadre. E o Renato Russo era um gay sem-vergonha, porém cantor de muito talento.

Enviado por JUSTICEIRO (não autenticado* | IP: 201.2.242.215) em 27/11/2006 20:28 para o texto"A Viagem Convicta..."
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ATENÇÃO: A questão contada aqui em relação ao filho ter matado o pai  foi real. Mas os diálogos foram criados pelo autor, podendo, muitos deles não terem existido, até porque, o autor não morava com esta família. Mas o caso e o desfecho são verídicos.

Carlos de Albuquerque

*ESTE TEXTO PODE PROVOCAR EMOÇÕES FORTES, POR TANTO, NÃO É ACONSELHÁVEL À PESSOAS SENSÍVEIS.

Uma rua; o conjunto B; um barraco de madeira. Inicialmente construído no calor da década de 70; depois por último uma casa. No antigo barraco, uma família "tranqüila", com seus problemas como qualquer outra. No mais... Sossegada. Nesse formato, uma sucessão de irmãos, filhos, sobrinhos, que se davam bem, até que... O barraco foi vendido. Entra uma nova família. O barraco de madeira deu lugar a uma casa de alvenaria, e os novos proprietários, deram logo um fim no pé de goiaba, que era a felicidade da criançada. Não apenas dos meninos do antigo imóvel, mas da maioria dos meninos da rua que eram enlouquecidos com as goiabas, muitas vezes, nem tão deliciosas assim. O portão do terreno era acessível, pois o muro baixo, e o portão eternamente aberto fazia a alegria das crianças, que, inclusive à noite, a usava como lugar para brincadeiras, como o pique-esconde, por exemplo. Com o novo proprietário, fechou-se este ciclo, e ele por sua vez, gradeou o terreno, e assim com o fim do pé de goiaba, e o trancafiamento do lugar, acabou-se a brincadeira. Os novos donos, uma família pequena; apenas o casal e dois filhos. Ivan, o marido, um homem de 34 anos, um pouco tímido, apesar de, em algumas situações demonstrar o contrário, gostava de música, de tomar umas e outras de quando em vez... Mas era um pai dedicado, e defendia os filhos com muito amor. Era motorista de uma empresa particular de ônibus; boa inteligência, apesar de tê-la exercitado, apenas, até a conclusão do 2º grau. Gostava de falar de assuntos gerais e política. Ela, Dione, a esposa, uma mulher de estatura baixa, ao contrário dele, que era alto, tinha voz fraca, era tímida, um pouco frágil... Com uma submissão natural, talvez, até exagerada, pois se rebaixava não só ao marido, como aos filhos. Samuel, de 14 anos, demonstrava bom crescimento em altura. Era magro, corpo branco, com uma aparente fragilidade; Mônica, 3 anos de idade, loira de cabelos encaracolados, olhos verdes, com tendências a agressividade e a rebeldia... Aliás, se os pais eram sossegados, os filhos eram bastante rebeldes. Um dia, Ivan comentou com o seu vizinho, Arlindo, que andara preocupado, pois, Samuel e Mônica seus dois filhos, estavam insuportáveis, e ele os amava tanto, mas não sabia muito o que fazer, pois Samuel, só vivia a xingar descontroladamente, e Ivan achava que aquilo era só uma fase, e que passaria logo. Mas não foi bem assim, pois o tempo passava, e ele, Samuel, piorava, e acabou por influênciar Mônica que já, achando graça, seguia o exemplo do irmão, e xingava a torto e a direito...  Os vizinhos já comentavam deste descontrole, que os pais deixavam passar, e muitas vezes, até, rindo...
Samuel, ao chegar meio dia da escola, batendo com força no portão, grita... Se dirigindo à sua mãe...
- Ô mãe, você não está vendo eu bater aqui nesta merda não... Tá surda?
- Desculpe meu filho, eu estava lá dentro, batendo o bife com o martelo de madeira, pra preparar o almoço, e por isso, não pude ouvir você bater...
- Não quero saber de conversa não, abre logo essa desgraça!!! Anda logo...
- Já vou meu filho, já vou...
Dione, se dirigiu ao portão, e destrancou o cadeado, tomando um grande empurrão de Samuel, ameaçando-a...
- Da próxima vez, sua rapariga safada, que você me deixar esperando, te desço a mão, tá certo... Já estou aqui cansado dessa merda de escola, e você ainda fica demorando... Não brinque comigo não...
Com uma risada sem graça, ela diz...
- Desculpe meu filho, da próxima vez, não te farei esperar de novo...
Samuel, entra... Mal troca de roupa, liga o som na maior altura, no seu mais novo estilo... O heave metal, som pesado, que os cantores cantam como se fossem monstros cantando a dança de guerra, com uma voz que a maioria das pessoas teriam medo de ouvir, num local deserto ao fundo do silêncio aterrorizador do escuro da madrugada... As horas se passam, e ao chegar à noite, chega Ivan, e ordena que Samuel abaixe o som, pois já não é mais hora, de ouvir aquele tipo de música nas alturas, pois estava incomodando os vizinhos... Mas Samuel, não deu a mínima, e continuou ouvindo... Seu pai tentou novamente...
- Samuel, meu filho... Abaixe o som por favor!!!
- Não vou abaixar nada não...
- Você não percebe que está incomodando os vizinhos, e eu não estou conseguindo ver o meu jornal?
- Ah! Vai se foder, porra, vai tomar no cú... Não vou abaixar porcaria nenhuma não!
Muitas vezes as pessoas até comentavam com Ivan que seu filho estava fugindo totalmente do controle, mas... Ele, também, não se incomodava, e sempre achava que esta fase iria passar. Nisso, Ivan, saiu prum barzinho, ali mesmo, perto de casa. Chegando lá...
- Zeca, bote uma cerveja aí pra mim! Tô com a cabeça um pouco quente, vou tomar uma pra ver se esfria... Ou pelo menos esquece...
- Aqui a cerveja... O que está acontecendo, Ivan, você anda preocupado?
-- É Zeca... É Samuel, rapaz, que está pra lá de difícil, e o pior, é que Mônica está seguindo o mesmo caminho... Não sei o que fazer!
- É meu amigo, eu imagino como deve estar difícil...
- Eu acho até, que você não vai ter muita idéia do que é que estou sentindo, não.
Entra Mônica correndo, dizendo que Samuel saiu, e depois chegou em casa, parecendo que estava drogado, lhe xingando, e dando empurrões em sua mãe... Ivan irritado disse:
- Já vou minha filha, espere aqui papai, que nós iremos pra casa juntos.
- É Zeca, deu pra perceber, não?
- Vá com calma, Ivan, vá com calma... Não precisa pagar a cerveja agora não, vá resolver o seu problema... depois você me paga!
- Obrigado, Zeca...
- Vamos filha, ver o que seu irmão está aprontando.
Chegando em casa, Samuel, estava tão transtornado, ouvindo, o seu heave metal, e xingando o tempo inteiro. Quando Ivan chegou, que foi perguntar o que tinha acontecido... Samuel, partiu pra cima dele, dizendo que a vida dele estava uma merda, e a culpa era de Ivan.
Quase chorando, Samuel, disse:
- Seu desgraçado, estou sofrendo por sua causa!!! Você é que me faz sofrer, seu miserável!
- Primeiro, me respeite, pois sou seu pai...
- Por que vou te respeitar, se você nunca exigiu isso de mim, e também nunca me respeitou?! Não entendo porque tenho de te respeitar...
- Não fale assim, pois sempre te defendi...
- Me defendeu!, ah! Vai tomar no cú... Que você nunca me defendeu, você pra mim é um pai inútil, não serve pra nada.
- Não faça isso comigo, meu filho, que eu sempre te amei, e sempre te defendi, e vou continuar te defendendo, embora você não reconheça isso...
- Não acredito em você, e agora eu vou embora!
- Embora, pra onde?
- Não te interessa...
Assim, Samuel, saiu correndo e seu pai foi atrás.
- Por que está me perseguindo, me deixe em paz, que eu não vou voltar não...
- Samuel, não vou te deixar ir embora não... Ande logo, volte pra casa.
- Não, não vou voltar!
- Vai embora!!! Vai embora!!!
- Você vai, nem que eu tenha que chamar o juizado de menores pra te levar pra casa a força.
- Não vou!!! Não Vou!!! (gritando)
Ivan disposto a levá-lo pra casa de qualquer jeito, conseguiu  se aproximar dele, e segurando-o pelo braço, começou a arrastá-lo a força...
- Me larga! Me solta, droga! Seu filho da puta! (fazendo escândalos na rua, gritando muito)
- Pode xingar, pode espernear, que não vai adiantar... Talvez, eu tenha sido negligente como pai, e agora, tardeamente, estou tentando consertar o meu erro... Mas nunca é tarde...
Chega uma viatura da polícia e vendo toda àquela cena, pergunta a Ivan o que está acontecendo...
- É problema de família, ele é meu filho e anda tendo comportamentos rebeldes, e não quer mais me obedecer, e fugiu... Então, eu como pai, me senti na obrigação de vir buscá-lo... Fiquem tranqüilos que eu resolvo.
- Vamos!!!(puxando-o pelo braço)
- Me largue! Me solte!
- Vamos embora Samuel...
Ao chegar em casa, por volta das 9 da noite, arrastando Samuel, Ivan pediu que Dione se acalmasse, que tudo ia ficar bem.
- (Dione chorando) Oh! Meu Deus, o que está acontecendo com esse menino?
- Cala a boca sua vagabunda! Samuel se dirigindo a sua mãe...
- Você também é culpada por eu está passando por tudo isso, sua inútil! Imprestável!
- Cala a boca Samuel, se não eu vou te moer de porrada! (disse Ivan)
Dione sua mãe, chora copiosamente...
- Vá pro seu quarto, amanhã, quando você estiver calmo, conversaremos.
- Vai tomar no cú, vai se foder, seu filho da puta...
- Pode me xingar, que eu mereço, pois provavelmente você está assim, por nossa causa, talvez nós, eu e sua mãe, tenhamos criado um monstro.
Samuel, vai pro quarto, liga o som, não tão alto, e começa a remoer, um monte de coisa na sua cabeça. Várias coisas lhe passam; fases da infância; as dificuldades com as meninas; as muitas frustrações com a sua família, e... Seu pai... Ele pensa...
- Que merda tem um cara na minha vida que é um inútil. Ele acha que me compra com alguns passeios no seu carro, e outras ilusões...
- Não acredito nele, tenho ódio só de pensar que ele existe...
Ivan, está na sala, e tudo está calmo. Já são por volta das 9 e meia da noite... Tudo calmo...
No quarto, a mente de Samuel não para... E ele remoe... Remoe e remoe mais pensamentos... E toma uma decisão... São 9 e quarenta, e Ivan, um pouco triste e pensando em tudo, está distraído... Dione sua esposa, já está no quarto do casal, quase adormecida... Quando, de repente... Ouve um grito de terror de Ivan, corre desesperada pra sala pra saber o que tinha acontecido, quando chegou à sala, ela por sua vez, deu um grito de terror, com aquela cena inacreditável...
- Ivaaaannnnn!!!!!!! (grita Dione aterrorizada, quando viu que Samuel acabara de dar cabo à vida de Ivan, seu pai, dando-lhe uma tremenda facada nas costas, tão somente pelas costas, como um covarde...
-- Seu desgraçado!!! Seu desgraçado!!! Você agora vai pro inferno...
Enquanto Dione, sai pra rua correndo, desesperada, pedindo socorro aos vizinhos, Samuel aproveitou e dá mais três facadas pelas costas de Ivan terminando de matá-lo... Quando chegaram pra socorrer Ivan, já era tarde demais... Ivan estava morto. No entanto, Samuel, não correu, ficou onde estava, frio, com se estivesse vingado...
- Sua mãe, desmaiou, a polícia chegou, e prendeu-o em flagrante, levando-o pra puxar alguns anos de cadeia na FEBEM (Instituição de menores infratores de Brasília), mas não se sabe, até hoje porque, o assassino do pai, estava freqüentando a escola normalmente, apenas duas semanas depois... Como se nada tivesse acontecido... O homicida-estudante, dá o exemplo pras novas gerações... Dá um slogan "assassine, trucide, mate, dê fim à vida de seu pai e vá pra escola tranquilamente"
 
      Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 17/11/2006
Código do texto: T293730


7) A BANALIZAÇÃO DO APLAUSO Nº 2 The Vulgarize In the Applause N. 2

English Version under...
Tradução/Translation: Claudia Dantas / (71) 3243-3170 e 8851-7433
       E-mail: claudiadantas.traduz@carlosdealbuquerque.com

**Não sou contista, e nem sei se isto é mesmo um conto.

Carlos de Albuquerque
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Critica a minha critica...

Onde está o suspense, seu doido? Conto fraco pra dedéu. Vc precisa melhorar bastante, compadre. E o Renato Russo era um gay sem-vergonha, porém cantor de muito talento.

Enviado por JUSTICEIRO (não autenticado* | IP: 201.2.242.215) em 27/11/2006 20:28 para o texto"A Viagem Convicta..."
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Há um assunto que me incomoda bastante. Não só a mim, como a muita gente. Chama-se: A Banalização do Aplauso, e principalmente, o abuso do aplaudir de pé.
- Ei! (aplausos indicando o fim do espetáculo)
- Ei! Jorge! (aplausos mais intensos... Agora o público se levanta.)
- É um momento lindo, emocionante... (Se não fosse falso)
(Jorge acorda assustado, jurando que não estava dormindo, e ainda...)
- Nossa! Carlos... Você viu aquela cena?
- É. Vi!
- Vi o quanto você roncava...
- Como assim, roncava?
- É isso mesmo, você dormiu durante o espetáculo inteiro, e ainda tem a cara de pau de me perguntar se eu vi àquela cena...
- Era mais fácil, eu tirar o meu lenço do bolso e te presentear, pra que você limpe toda a baba que deixou cair... Babão!!!
- Por que está aplaudindo... Você não viu nada?
- E de pé?
- Se todo mundo está batendo palmas, é claro, que eu não vou ficar de fora, né? Imagine com que cara vou ficar... As pessoas me olhando... Os artistas lá no palco, recebendo os seus "merecidos" aplausos, e lá dentro da cabeça deles, pensando:
-Olha lá!!! No meio da platéia, tem um chato, egocêntrico, que resolveu ficar sentado...
- Eu não, meu amigo, não tô nem um pouco afim de ser julgado pela fúria inquisitória não...
- Sente-se Jorge, continue ai dormindo que eu vou embora...

   Os aplausos deveriam servir, na verdade, de termômetro de julgamento de uma obra, espetáculo, show, apresentação, palestra e etc... Os mesmos não conseguem, na verdade, alcançar os seus objetivos.
   O que tenho observado no público em geral, é que às pessoas foram "disciplinadas" pelo sistema à aplaudir hipocritamente, sem critério algum, e de uma maneira que, você nunca sabe, se, quem está se apresentando, está de fato, estimulando-o a aplaudir. É necessário que o evento toque realmente em sua emoção, provocando assim à sua aprovação espontânea.
- Que lindo! Magnífico!
- Aquela cena me lembrou...
- Quanto fiquei chocado, com o que vi no palco...
- Já tive atitudes igualmente nocivas...
- Vou repensar... A minha vida, as minhas atitudes.
- Me arrepiei todo naquela hora, e você?!?
- Eu também, quase chorei, ou melhor... Confesso que chorei, que você nem viu... Se estava dormindo?!?!
- E aí Jorge, você virá ver este espetáculo de novo?
- Ah! Carlos, não só venho, como vou falar pra Deus e o mundo, o quanto foi bom vê-lo... Vou indicá-lo com certeza!

   Quando você vai ver algum evento, pode gostar ou não. A sua maneira de transmitir este sentimento ao artista é aplaudindo-o sinceramente. Eu mesmo já me senti constrangido, ao ter que aplaudir um evento que não tocou na minha emoção, e assim, por muitas vezes, sem motivação, me senti "constrangido pela obrigação de ter que aplaudir", porque se não o fizer, serei taxado de chato, arrogante, insensível...
   O público tem que rever esta postura, e começar a perceber, que, aplaudir hipócrita e mentirosamente, só por aplaudir, em geral, torna a obra menos interessante e menos valorizada. E ainda, com um aplauso forçado, você diminui também o seu senso de importância, e torna fraco o seu senso de julgamento. O artista, por outro lado, através de um perigoso sentimento ilusório, sente-se feliz, pensando que agradou, quando o que aconteceu foi justamente o contrário - só de lembrar, que eu mesmo já participei dessa hipocrisia aplaudista, sinto um grande mal estar - principalmente, quando vejo um público aplaudir de pé, por pura falsidade, e por diversas vezes, só para não desagradar e manter uma fachada de cordeirinho obediente ao sistema.

                         PRESTE BEM ATENÇÃO

   Depois de uma apresentação, show, e etc... Tão fogosamente aplaudido de pé, se fizermos uma pesquisa de opinião, e sugerir às pessoas que retirem todas as suas máscaras, e revelem, com toda a sua sinceridade, que tipo de sentimento, o tal evento lhe proporcionou, pode ter certeza, que a grande maioria, tendo a plena convicção de que não receberá nenhuma condenação, por uma opinião oposta, vai revelar, um sentimento de desprezo, e muitas vezes, até, de repulsa total pelo espetáculo. Sendo assim, o público deveria se sentir menos pressionado, e por fim, mais à vontade para emitir sua opinião sincera, e então, começar a valorizar este objeto de julgamento de uma obra (o aplauso), e só aplaudir àquilo que realmente lhe tocar emocional e verdadeiramente, e sentir-se impulsionado nesse sentido. Assim, o artista, vai começar a confiar mais no seu público, e vai saber também, em que ponto, o seu evento necessita de ajustes. Se a sua obra está, de fato, atingindo os seus objetivos, os aplausos sinceros serão o termômetro perfeito de emoções, sejam elas, positivas ou negativas.
O artista, por outro lado, deve ver a recusa de alguém em aplaudir, e principalmente se for de pé, não como uma ofensa, mas sim, como uma forma de saber se está sinceramente sendo julgado (o seu evento), e começar a perceber que, o fato de, algumas pessoas em uma platéia, não usarem estes dois importantes gestos de aprovação, pode ser sinal de que o mesmo (o artista) tem que fazer os ajustes necessários para a melhora da qualidade da sua obra.
Vamos acabar com a hipocrisia, e a Banalização do Aplauso, principalmente, se for aplauso de pé. Estes gestos usados de qualquer maneira, perdem a sua característica mais importante, que é a força de julgar e avaliar sinceramente um evento.
- Tchau! Carlos... Da próxima vez amigão, que sairmos, prometo que não dormirei mais no meio da peça... A não ser que o espetáculo seja muito ruim, ou enfadonho... 
Aííí... Não garanto nada.
- Tá bom Jorge... Quem te agüenta...
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The Vulgarize of The Applause N. 2

Im not a taler, and idont know if its really a tale.

www.carlosdealbuquerque.com

Critic to my critic...

Where is the suspense, my crazy brother? Its just a weak tale. You need to improve so much, my brother. And Renato Russo was an unshamed gay but a great singer.

It was sent by JUSTICEIRO (no authenticated* / IP: 201.2.242.215) in November 27, 2006 8:28 p.m. to the text "The Convict Trip..."

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Theres a topic that disturbs me a lot. It also disturbs many people, called: The Vulgarize of the Applause, and mostly, the abuse to be stood to applaud.

- Hey! (applauses meaning the end of the spectacle)
- Hey! Jorge! (stronger applauses... everybody stands up now)
- Its a beautiful, amazing moment... (if it wasnt false)

(Jorge woke up scared, swearing he wasnt sleeping, and then...)

- God! Carlos... Did you see that scene?
- Yeah. I did!
- I saw how much you snored...
- What do you mean, snored?
- Thats it. You slept during the whole spectacle and you stay as a silly guy asking me if i saw that scene...
- Its easier i take my handkerchief off from my pocket and give for you to clean all saliva you let fall... fool boy.
- Why are you applauding... if you didnt see anything?
- Stand up?
- If everybody is claping their hands, of course, im not going away, am i? Imagine how will be my face...

The people looking at me... The artists on the stage, receiving his "worthy" applauses, and on their minds, they think:

- Look at that!!! In the middle of the public, theres a boring and egocentric man, who decided to stay sit down...
- Not me, my friend, i dont want to be judged by inquisitive fury...
- Sit down Jorge, go on sleeping and ill leave...

     The applauses would be as a work judgement, show, lecture... The same cant get it, actually, get their aims.
     Ive observed on public in general that all people were forced by the system to applaud without sense, in a way that you never know if a person who is presenting or acting is actually stimulating everybody to applaud. Its necessary that the event gets our emotion and then shows it espontaneously.

- Its wonderful! Magnific!
- That scene reminded me...
- I got shocked with what i saw...
- I got the same nocive attitudes...
- Ill think about it again. My life, my attitudes.
- I got scared at that time, and you?!?
- Me too, i almost cryed, or better... I swear that i cryed and you didnt notice it.. if you were sleeping?!?!
- So, Jorge, will you come back to see it again?
- Ah! Carlos, ill come again besides ill talk to God and everybody how much it was good to see it... ill indicate it, of course!

     When you go to somewhere to see an event, you could like it or not. The way to show if you liked is applauding, sincerely. I got ashamed to applaud an event that i didnt like it. Many times i had to applaud forced, not to be boring, arogant...
     The public has to review the way to applaud because if you applaud just to it, the work will get less interesting. If you force the applause you get down your sense of importance and get weak your sense of judgement.The artist, in the other hand, through a dangerous feeling gets happy, thinking that everybody liked it, but what it really happened was the opposite. When i remember that i participated in this hipocrise to applaud, i feel bad - mostly, when i see a public stand up applauding, just in a false way, and for many times, its just not to be pleasant and follow the system as a little sheep.

BE CLOSE ATTENTION

     After a presentation, show, etc... So much applauded and be standed up, if we do a research of opinion, and suggest for people to take off their masks, and show, so sincerely, what kind of feeling that event effected you, everybody could show an unpleasant feeling, and many times, a whole repulse for the spectacle. for this, the public could feel less forced, be at home to show their opinion and then begin to valorize this object of work judgement (the applause) and just applaude what really touches one emotional  and thuthly. The artist will begin to believe more in his public, and will also know, in what period of his event needs changes. If his work is getting his aims, the applauses will be the perfect way of emotion, positive or negative.
     In the other hand, the artist should see the feed back to the public about the applause, if the public is stand up or not, all of this is important to do the changes to improve the quality of his work.
     Lets finish with the hipocrise and Vulgarize of the Applause, mostly, if its stand up. These gestures used anyway lose the most important characteristic that is the force of judgement and avaliation about an event.

- Bye! Carlos... Next time, my friend, we go out i promise that i wont sleep in the middle of the play... Just if the play will be boring... so... Beats me.
- Thats all right Jorge... Give me a break...

                   


                        Do you want to know more? 
Access!!!
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Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 16/11/2006
Código do texto: T292751


8) HISTÓRIA PARA CHEGAR À TRAMA VIRTUAL... /// History to get the TRAMA VIRTUAL... (Virtual Plot...)


     Fiz essa gravação, por causa do Festival de Música Educadora FM. Tentei nos dois anos anteriores, mas não encontrei nenhum compositor disposto a me dar uma música. Também não conhecia muita gente no meio e nem o meio me conhecia, mas hoje...
     Bom, através do pianista Danilo Santana conheci Washington Bezerra (conhecido no meio como Washington Baixista), que prometeu me ajudar desde que eu conseguisse algo de concreto, portanto, assim que pinto o festival, entrei em contato e ele falou que me daria uma ou duas músicas pra fazer a minha inscrição, e mais,  conversaria com um amigo dele pra que ele arranjasse o estúdio, mas no dia que o rapaz do estúdio marcou, não achei nem R$ 0,30 pra lugar um cartão, e assim, perdi o prazo que ele tinha marcado, e depois o amigo do estúdio viajou e ficou difícil encontrá-lo. Aí aconteceu o surpreendente, o festival foi prorrogado até o dia 30 e eu não quis mais arriscar, e portanto, eu mesmo me encarreguei de conseguir o estúdio em tempo hábil. Deixei um das minhas coletâneas na portaria do condomínio de ATAUALBA MEIRELLES, ele leu e gostou muito das minhas idéias, e na própria coletânea expliquei à ele a minha necessidade. Liguei p/ ele. Ele me disse que me daria uma hora de estúdio, marcou comigo um horário, e só pediu que eu não me atrasasse.
     Retornei p/ Washington dizendo que consegui uma hora p/ a  gravação. Marcamos no domingo na Praça do Campo Grande, onde escolhi a música. Não tivemos mais tempo pra ensaiar, pois ele estava muito ocupado por aqueles dias. Ele me disse: Se esquecer a melodia, o que é provável acontecer, me ligue, que por telefone mesmo te passo um lembrete. Ficamos de nos encontrar 10 horas de terça-feira, pois a gravação estava marcada das 11:00 às 12:00 hs. Porém, quando liguei do MIRANTE DOS AFLITOS pra Washington, que tem carro. Aconteceu o imprevisível. Ele não podia me pegar e só poderia me encontrar no estúdio às 10:45hs. Tive que ir para o stúdio de pé, e logo! Gastei 1 hora 10 minutos pra chegar na CRUZ DA REDENÇÃO, local próximo do estúdio. Mas cheguei e conseguimos fazer tudo que combinamos.
Depois da gravação, nos interagimos e ATAUALBA me deu os três cds rotulados, 2 pra inscrição e 1 pra mim. Geralmente ele cobra R$ 10,00 por unidade, mas não me cobrou nada, e no final disse que eu não merecia passar por tanta coisa. UFA!!! É isso aí. Essa é a história preliminar à TRAMA VIRTUAL. No festival não passei. Até porque, quem passou, conheço e já vi o trabalho da maioria. Quase todos os  concorrentes gravaram com banda. Mas estou satisfeito! Aliás, a
música é a minha cara, não?

Um Abraço!!!

Canção: Perto do Amor
Autoria: Washington Bezerra
Gravado e Mixado no VIRTUAL STÚDIO (71)3358-9155 por
ATAUALBA MEIRELLES
Aux. de Gravação: GILVAN ALVES

        Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 16/11/2006
Código do texto: T292728


9) A surpresa da paixão (Mais uma carta de autoria de Carlos de Albuquerque pra ajudar uma amiga a expressar seus sentimentos) /// The passion surprise (one more letter by Carlos de Albuquerque to help a friend to express her feelings)

 {*ATENÇÃO!ESTA CARTA É DE AUTORIA DE Carlos de Albuquerque A PEDIDO DE UMA MOÇA.}

Salvador - BA, 06 de Março de 2007

F,

Às vezes a vida nos pega de surpresa e nos mostra o quão frágil são os nossos sentimentos, principalmente, em matéria de amor. Quando avassalador, nos assusta. Assim estou eu agora, sem nem mesmo conseguir explicação para o tumulto interior que me causou. Quando ficamos junto naquela ocasião, não tinha pretensões maiores com a tua pessoa na minha vida. Mas, depois que passou aqueles breves momentos, agora ao te reencontrar, percebi que o meu sentimento cresceu, de uma maneira que, não tenho controle algum. Agora só penso em você, você está presente em minha vida, e neste momento, a única coisa que surge na minha cabeça, e a convicção de que ficar com você é a minha maior vontade neste momento... Não sei se isto se chama paixão, mas se for... Realmente... Eu...  Te quero muito neste momento...

K...

_________________________________________________________

O depoimento abaixo é para Carlos de Albuquerque, e não para a autora. Na verdade, sou eu a "autora" (risos),e as palmas são pro rapaz que ela mandará esta carta, e não pra mim...
_________________________________________________________
DEPOIMENTO

Nossa a autora dessa poesia esta de nota 10000000000000000000000000000000000000000 é linda essa poesia,amei vc esta de PARABÉNS mil palmas para vc,esta poesia é linda,linda,linda.

Enviado por Clara (não autenticado* | IP: 200.148.99.237) em 06/03/2007 20:03
para o texto: A surpresa da paixão (Mais uma carta pra ajudar uma amiga expressar seus sentimentos) (T403355)
        Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 06/03/2007
Código do texto: T403355


10) A doce paixão de uma moça... /// The sweet passion of a girl...

    Amanhã será um dia em que ficarei um pouco mais triste, pois esperava que você fosse comigo pra essa viagem. Mas me disse ontem, que não poderia ir. Você não sabe o quanto gosto de você, de ter você perto de mim, de sentir o teu cheiro e todo o teu frescor... Gosto muito de você, e espero que, quando voltar, te encontre como sempre nos encontramos, com muito amor e carinho.
    Vou viajar, mas no coração, e no sentimento, estarei sempre com você. Ficar com você... Te sentir... É uma experiência maravilhosa. Te ter nos meus braços, é algo indescritível pra mim.
    Te amar, é simplesmente, tudo na vida de uma pessoa tão carente e solitária como eu.

              TE AMAR ME IMPULSIONA PRA VIDA... TE AMO!

        Carlos de Albuquerque
Publicado no Recanto das Letras em 01/12/2006
Código do texto: T306516

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